terça-feira, 25 de agosto de 2009

respostas adiadas – tomo II

Aproveitando da tua ausência, o que me dá alguma margem para escrever este “monólogo”, seguem as minhas opiniões sobre a “M&M” e o “Rex”.

Não sei se foi propositado (acredito que sim), se foi por serem os teus preferidos, se foi por serem bastante diferentes entre si ou pura casualidade, mas escolheste muito bem o “crivo" aos meus gostos e preferências.

Se no caso do “Caveman” embora reconheça o seu valor (vide “pés! os meus, os teus e um bocadinho dos outros”), não tenha sentido nenhum “click” especial, o mesmo não se passa com estes dois últimos.

“M&M”… como os chocolates, que são uma delícia para o palato, a sua escrita é uma delícia para os olhos. Não só escreve muito bem, como o faz com classe, elegância e muita... muita sedução.

Sem dúvida que o “B” deverá ser um sortudo… se acaso “Lady M”, É o que aparenta ser, se ela É o que escreve, então É sem dúvida, o tipo de mulher que qualquer homem gostaria de ter ou pelo menos conhecer.

Gostei muito das fotos, adorei os textos especialmente o poema “Somos quem somos” e achei uma particular piada ao endereço do site, que ironicamente se chama “excitame” mas que se deveria chamar “excita-te” ou quanto muito “excitemo-nos”.

O “Rex”... gosto do trabalho gráfico que faz sobre as fotos que apresenta, gosto do conteúdo de alguns dos seus textos, acredito até que se houvesse necessidade e me esforçasse um pouco seria capaz de me relacionar de uma forma mais ou menos pacifica com este “pseudo-animal mal comportado”.

No entanto e pese embora possa ser propositado, o Rex apresenta-se como o estereotipo do mau gosto (começando pelo seu “cartão de visita” – sniff, sniff).

Para mim, mau gosto mesmo quando propositado (infelizmente, não sei se será…) não tem justificação!

Como diz a deliciosa “M&M” – “Sou uma mulher que gosta do belo em todas as suas manifestações e que abomina o mau gosto e a boçalidade” - no meu caso sou homem, mas a mensagem é a mesma…

O “Rex”, pelos meus padrões (que são meus e não têm de ser partilhados por mais ninguém, por isso “desculpa qualquer coisinha…”) é agressivamente grosseiro, aparentando estar mal com ele e com o mundo; tenta “impingir” os seus pontos de vista e ideias, começando pela música, que desgraçadamente nos obriga a ouvir de cada vez que mudamos de texto e terminando com tiradas de soberba infantil (1), típicas de quem não tem confiança em si mesmo e que ainda não entendeu, ou não quer entender, que o mundo está cheio de pseudo-intelectuais como ele.

O meu conselho para este “menino” seria: se efectivamente quer fazer a diferença vá fazer serviço de voluntariado numa qualquer ONG a auxiliar quem precisa!...

Beijos,
Zatoichi!

(1) Fica um pequeno exemplo da tal soberba infantil… infelizmente há muitos mais!

"post scriptum: e não adianta virem para aqui com esgares de nariz inclinado… quem não riu, pelo menos uma vez, não tem qualquer sentido de humor. Para esses infelizes: thank you for trying to smile"

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